17 de Maio de 2019, atualizado ás 12:05

Ministério Público diz que haver organização criminosa envolvendo família Bolsonaro



Por: Daniel Libanio | Notícias

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No gabinete de Flávio Bolsonaro, MP disse que há uma organização criminosa em que cada um teria uma divisão de tarefas bem clara. Conforme promotoria, o grupo estaria atuando junto desde 2007, envolvendo o desvio de recursos.

Atuando com o desvio de recursos público, a presença de Queiroz seria a de assumir sozinho e tentar desviar o foco das investigações sobre os crimes que estavam sendo especulados. Tanto Queiroz quanto o senador negam o crime.

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Ministério Público diz que haver organização criminosa envolvendo família Bolsonaro (foto: internet)

Flávio Bolsonaro está envolvido em lavagem de dinheiro

Conforme a investigação do Ministério Público em relação a Flávio Bolsonaro, haveria indícios que no seu gabinete teria um esquema de desvio de recursos públicos, onde estariam claramente divididas as funções de cada um.

Ainda de acordo com os promotores, Queiroz, ex-motorista, teria tentado assumir toda a responsabilidade sozinho para que o foco fosse desviado. Tanto Flávio quanto o ex-motorista negam que havia irregularidades.

Na documentação que foi utilizada para abrir a investigação e apresentadas essa semana, Flávio teria investido R$ 9,4 milhões para comprar 19 salas e apartamentos no Rio de Janeiro, entre 2010 e 2017.

O relatório também detalharia a organização criminosa que participou do mandato do deputado. O esquema envolveria o desvio de recursos públicos, com nomes que estavam presentes no gabinete de Flávio Bolsonaro.

Flávio Bolsonaro divulgou em nota que as informações sobre o seu patrimônio não seriam verdadeiras e que continua sendo uma vítima do vazamento de informações de um processo que deveria estar em segredo de Justiça.

Conforme sua fala também, disse que sempre declarou o seu patrimônio de maneira correta para a Receita Federal e que a sua renda seria compatível com que foi declarado nessas ocasiões.

Investigação ficou responsável por suspeitar que haja um subfaturamento na compra e também um superfaturamento nas vendas, onde Flávio teria investido o dinheiro nesses imóveis e conseguido lucrar mais de R$ 3 milhões nessas negociações.

O advogado de Queiroz negou todas as acusações, esperando que agora tenham provas para comprovar essas acusações. Ainda afirmou que Queiroz irá preservar a saúde por não ser um homem público e já ter prestado os devidos esclarecimentos.




Daniel Libanio

Daniel é empresário e empreendedor digital nato. Graduando em Direito, é o Fundador do site e gerencia as as estratégias de marketing e desenvolvimento. Contato: daniellibanio0904@gmail.com

  

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