06 de Abril de 2019, atualizado ás 19:04

Crise no MEC permanece



Por: | Notícias

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Crise no MEC permanece (foto: internet)

Através de uma recomendação do Ministério Público Federal direcionada ao ministro da Educação, é necessário que ele se abstenha de praticar atos que possam violar a laicidade do Estado, bem como respeitar a liberdade religiosa dos estudantes.

A recomendação foi uma resposta a uma carta que havia sido enviada em fevereiro para que os diretores de escola lessem aos alunos o slogan da campanha de Jair Bolsonaro, além de referências a Deus.

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Crise no MEC permanece (foto: internet)

Resposta do MPF veio

Com uma mensagem enviada em fevereiro, os educadores das escolas foram orientados a ler o slogan de Bolsonaro, além de filmar os alunos cantando ao hino nacional para poder enviar as imagens ao governo.

Já na sexta-feira junto a jornalistas, Bolsonaro havia dito que Vélez poderia ser demitido na próxima segunda. O MEC está passando por uma crise em que há muitas demissões por grupos influentes que não estão de acordo.

Junto com o Ministério Público e o Tribunal de Contas da União, recomendam que o órgão faça algo para conseguir apurar quais as principais consequências dessa crise em relação ao andamento das políticas criadas e implementadas nessa área.

Na recomendação do MPF, a orientação é que o MEC pare de usar alguma imagem que tenha sido enviada para a pasta. Depois de uma repercussão bem negativa depois do pedido de Vélez, ele mudou o que havia falado, voltando atrás com as recomendações.

Ainda assim, foram 24 mil escolas que receberam a recomendação, sendo um problema bem desgastante para o ministro. A recomendação por parte do MPF, é que o MEC pare de utilizar de atos e políticas que possam desrespeitar ateus, agnósticos para que acabem tendo que louvar a figura de Deus.

Conforme o documento, ainda é uma recomendação que o MEC pare de decidir sobre políticas que sejam unilaterais e promovam uma gestão mais democrática para a educação pública. Além de não tomar ações sem passar por uma análise jurídica que possam violar a impessoalidade administrativa.

Com uma crise instaurada já no MEC, ainda há muitas polêmicas sendo desenvolvidas e demissões que ainda devem acontecer. Passado o primeiro trimestre do ano, cada vez mais os órgãos públicos se preocupam com a falta de ação do MEC.




Daniel Libanio

Daniel é empresário e empreendedor digital nato. Graduando em Direito, é o Fundador do site e gerencia as as estratégias de marketing e desenvolvimento. Contato: daniellibanio0904@gmail.com

  

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