29 de Abril de 2019, atualizado ás 12:04

Corte nas ciências humanas



Por: Daniel Libanio | Notícias

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Depois de um anúncio de Bolsonaro, o MEC está estudando cortar os investimentos nas faculdades que tenham foco nas ciências humanas. O objetivo atual seria focar nas áreas que consigam trazer retorno imediato, como seriam as áreas de medicina, engenharia e veterinária.

Através de uma declaração do presidente, muitas reações surgiram, principalmente críticas de educadores que não concordam com essa decisão. O Ministério da Educação já estaria estudando fazer esse corte.

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Corte nas ciências humanas (foto: internet)

Mais uma opinião polêmica

Depois de ter anunciado que o ministro da Educação estaria estudando tirar o investimento das faculudades de sociologia, filosofia, ou seja, de humanas, muita polêmica surgiu em torno. Os alunos que já estão matriculados não seriam afetados.

O foco do governo atual seria direcionar os investimentos para as áreas que conseguem gerar algum retorno ao contribuinte, como é o caso da medicina, veterinária e engenharias. Para Bolsonaro, a função do governo é conseguir ensinar os jovens a ler, escrever e fazer conta, respeitando o dinheiro do contribuinte. Além disso, entregar para os jovens um ofício que consiga gerar renda para a família e para que a sociedade também possa melhorar.

Conforme dito também pelo ministro da Educação, a função do governo é respeitar o que imposto pago pela população. O foco seria ensinar as crianças as atividades básicas, mas depois investir em áreas que gerem retorno, mesmo feito em outros países. Nada mudaria por enquanto, por isso, quem está cursando não vai ser afetado.

Nos meios acadêmicos, o texto de Bolsonaro e do ministro gerou forte repercussão. A filosofia é considera a grande mãe de todas as universidades, onde teorias da matemática e diversas outras áreas surgiram.

Os educadores e professores estão defendendo os seus conhecimentos e que deveriam somar novas disciplinas e não diminuir. Os custos dos cursos da área de humanas são os mais baixos, por isso, não faria sentido reduzir esses custos e investir mais em cursos mais caros, como são os de exatas.

Em relação as críticas, o MEC declarou que será estudado como os recursos podem ser usados para priorizar a demanda da população, sem ter nenhum tipo de perda ou ganho, mas sim uma readequação.




Daniel Libanio

Daniel é empresário e empreendedor digital nato. Graduando em Direito, é o Fundador do site e gerencia as as estratégias de marketing e desenvolvimento. Contato: daniellibanio0904@gmail.com

  

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